EXTINÇÃO DAS FREGUESIAS DE CAMPO E SOBRADO DEVE-SE EXCLUSIVAMENTE À TEIMOSIA DE MIGUEL RELVAS EM QUERER FICAR NA HISTÓRIA CUSTE O QUE CUSTAR!
As freguesias de Campo e Sobrado foram hoje condenadas à extinção com a promulgação pelo Presidente da República da Lei nº 110/XII sobre a “Reorganização Administrativa do Território das Freguesias”.
Estamos perante uma lei injusta que ignorou a vontade u...nânime das populações do Concelho, e das freguesias extintas em particular, e que por muitos anos ficará na memória de todos os habitantes de Campo e de Sobrado.
O atual Governo e muito em particular o Ministro que liderou esta pseudo reforma administrativa, Miguel Relvas, não agiu de forma correta com Valongo e muito em particular com os habitantes de Campo e de Sobrado.
De facto, começaram por desafiar a sociedade civil a debater o assunto com a publicação do famoso documento verde, dizendo ao Concelho de Valongo e às suas 5 freguesias que não valia a pena perder tempo com a questão, pois era um Concelho equilibrado que não iria ser alterado.
Mas na verdade, como em muitas outras pseudo reformas do atual Governo, a verdade era outra, e o Concelho de Valongo acabou por ser enganado por um Ministro que só quer ficar na história custe o que custar.
Atravessamos tempos muito difíceis para um número cada vez maior de pessoas, que são hoje confrontadas diariamente com dificuldades que mudam repentinamente as suas vidas para pior, pois colocam em causa o conforto, a segurança e a qualidade de vida porque tanto lutaram, mas também o futuro dos seus vindouros.
Os autarcas de freguesia são os maiores aliados das populações, pois são aqueles que estão mais próximos das pessoas e que todos conhecem, mas infelizmente para este Governo o seu papel é ignorado.
Em boa verdade todo este processo, como disse o professor Marcelo Rebelo de Sousa, foi “feito à marretada” e de costas voltadas para os cidadãos, pois trata-se de uma teimosia inaceitável, de quem só conhece o país a partir de Lisboa, e que a régua e esquadro se vai entretendo em experiências administrativas que só enfraquecem a capacidade dos autarcas de freguesia poderem ajudar as suas populações.
O Partido Socialista esteve sempre contra esta pseudo reforma, e votamos sempre contra qualquer alteração do equilíbrio existente no município de Valongo, quer nas Assembleias de Freguesia, quer na Assembleia Municipal quer na Câmara Municipal.
Tudo fizemos para dar a conhecer a vontade das populações aos que decidem em Lisboa e dessa forma evitar esta lei injusta, mas não foi suficiente, o que lamentamos pois não serve os interesses das populações que muito necessitam dos serviços públicos de proximidade que muitas das freguesias agora extintas deixarão de facultar.
Valongo, 16 de Janeiro de 2013
Comissão Politica Concelhia do Partido Socialista de Valongo
As freguesias de Campo e Sobrado foram hoje condenadas à extinção com a promulgação pelo Presidente da República da Lei nº 110/XII sobre a “Reorganização Administrativa do Território das Freguesias”.
Estamos perante uma lei injusta que ignorou a vontade u...nânime das populações do Concelho, e das freguesias extintas em particular, e que por muitos anos ficará na memória de todos os habitantes de Campo e de Sobrado.
O atual Governo e muito em particular o Ministro que liderou esta pseudo reforma administrativa, Miguel Relvas, não agiu de forma correta com Valongo e muito em particular com os habitantes de Campo e de Sobrado.
De facto, começaram por desafiar a sociedade civil a debater o assunto com a publicação do famoso documento verde, dizendo ao Concelho de Valongo e às suas 5 freguesias que não valia a pena perder tempo com a questão, pois era um Concelho equilibrado que não iria ser alterado.
Mas na verdade, como em muitas outras pseudo reformas do atual Governo, a verdade era outra, e o Concelho de Valongo acabou por ser enganado por um Ministro que só quer ficar na história custe o que custar.
Atravessamos tempos muito difíceis para um número cada vez maior de pessoas, que são hoje confrontadas diariamente com dificuldades que mudam repentinamente as suas vidas para pior, pois colocam em causa o conforto, a segurança e a qualidade de vida porque tanto lutaram, mas também o futuro dos seus vindouros.
Os autarcas de freguesia são os maiores aliados das populações, pois são aqueles que estão mais próximos das pessoas e que todos conhecem, mas infelizmente para este Governo o seu papel é ignorado.
Em boa verdade todo este processo, como disse o professor Marcelo Rebelo de Sousa, foi “feito à marretada” e de costas voltadas para os cidadãos, pois trata-se de uma teimosia inaceitável, de quem só conhece o país a partir de Lisboa, e que a régua e esquadro se vai entretendo em experiências administrativas que só enfraquecem a capacidade dos autarcas de freguesia poderem ajudar as suas populações.
O Partido Socialista esteve sempre contra esta pseudo reforma, e votamos sempre contra qualquer alteração do equilíbrio existente no município de Valongo, quer nas Assembleias de Freguesia, quer na Assembleia Municipal quer na Câmara Municipal.
Tudo fizemos para dar a conhecer a vontade das populações aos que decidem em Lisboa e dessa forma evitar esta lei injusta, mas não foi suficiente, o que lamentamos pois não serve os interesses das populações que muito necessitam dos serviços públicos de proximidade que muitas das freguesias agora extintas deixarão de facultar.
Valongo, 16 de Janeiro de 2013
Comissão Politica Concelhia do Partido Socialista de Valongo